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A indústria da moda não quer que você tenha um estilo próprio

27 abril, 2010

Post incrível publicado no blog super incrível De Chanel na Laje.

Muito se fala no tal “estilo próprio”. Você tem que buscar o seu próprio estilo. Adapte as tendências ao seu estilo. Não seja uma vítima da moda; uma arara-de-boutique sem estilo próprio.

Estilo próprio: a típica expressão já quase vazia de significado. Banalizou. Virou clichê.

Pensando bem, a indústria da moda não quer que você tenha um estilo próprio. Ou melhor, ela nem liga se você tem ou não um estilo próprio. O que ela quer é que você compre as peças da nova temporada, que você sucumba às tentações, que você acredite que precisa daquilo que ela te propõe. É, a indústria da moda é uma indústria como todas as outras.

O consumidor ideal e almejado é, simplesmente, aquele que embarca em todas as ondas, que ama as novidades e que está disposto a gastar uma boa parte da sua renda com essa brincadeira de seguir as últimas tendências. Ele é como aquele geek que sempre é o primeiro a comprar o último badulaque tecnológico. É o estandarte da nova temporada. O consumidor ideal, portanto, não está nem aí para o fato de que essa modelagem de calça veste supermal nele. Ele não pensa se ele gosta ou não daquele modelo que a Balmain acaba de tirar lá do fundo do baú. Está em alta? Ele usa. Em outras palavras, ele consome. Agora, se ele o faz adaptando isso ao seu estilo ou não é outra história. Talvez ele tenha um estilinho marcado que não o impede de adaptar-se as todas ou a quase todas as tendências à perfeição. Talvez ele seja apenas uma vítima da moda que passa uma imagem amorfa, sem personalidade, quase digna de pena. Mas, afinal, quem se importa? A indústria não.

Claro que esse modelo de consumidor não responde – a priori – à maioria dos consumidores. Por isso, para fisgar os clientes e aproximá-los o máximo possível ao padrão de consumidor ideal, a indústria da moda se tornou altamente competitiva, sofisticada, matemática, quase lasciva. A principal forma de conquistar e fidelizar os clientes é através da famosa criação de tendências. Podemos afirmar, sem nenhuma dúvida, que a cada estação vemos pipocar de um lado para o outro – entre pré-lançamento e lançamento, desfile e desfile, editorial e editorial – algumas referências coincidentes, não? Logo, já sabemos claramente quais são as cinco ou seis tendências-chefes de cada estação.

Há várias teorias que explicam como as tendências são criadas. Uma delas diz que a criação das tendências é uma resposta da indústria ao fato de que poucas são as pessoas que têm um estilo próprio verdadeiramente definido e autoconfiante; a maioria prefere se guiar pelos demais, usar o que todo mundo está usando. A marca que se antecipa ao que as massas querem usar com mais perfeição e corresponde às expectativas desta leva o prêmio. Outra lei nos diz que, em matéria de moda, tudo que chega a um ponto de excesso está fadado ao fim. Por exemplo: o fato de que todo mundo esteja usando leggings é um sinal da iminência do seu fim. Lembrem-se de que poucas são as coisas destinadas à categoria de clássicos eternos, incontestáveis e imutáveis (vestidinho coquetel preto, oi).

Agora imaginemos a hipótese de que essas referências coincidentes não existissem. Estamos num mundo onde não há pactos de cavalheiros nem espionagens industriais. Cada marca lança o que bem quer e bem entende. Uma coisa, assim, meio anárquica. Se não existem tendências bem marcadas, dificilmente existirão os excessos que ditam o fim do reinado de uma peça. Sei que é difícil – quase impossível – imaginar um panorama assim. Mas pensemos: se o mercado estivesse livre de tendências, como consumiríamos moda? Baseando-nos apenas nos nossos gostos pessoais e desenvolvendo o tão famoso estilo – dessa vez, essencialmente – próprio? Até que ponto o nosso estilo seria realmente próprio, independente? Consumiríamos, talvez, inspirando-nos em outras pessoas. Essas pessoas seriam, então, lançadoras de tendências, não? Outra opção seria que seguíssemos fielmente uma marca com a que nos identificamos. Mas, se muita gente se identificasse com essa marca, ela acabaria ganhando voz de autoridade para lançar tendências, certo?

Estão vendo? É impossível que, na moda, não haja a ditadura das tendências. É como uma cobra comendo-se a si mesma (visualizem a cena). A moda precisa das tendências e as tendências são uma consequência natural da moda.

>>> (o debate acontece aqui)

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7 Comentários leave one →
  1. __felix permalink
    27 abril, 2010 2:09 am

    fiquei um pouco triste por ver esse post aqui pq gosto das referências do blog. é até um pouco difícil pra mim dizer que discordo dessa opinião pq o que mais me incomoda nela nem é a conclusão ( afinal a indústria da moda realmente lucra com o fato de as pessoas perseguirem as tendências), mas a maneira de pensar. acho redutor.

    tem muito esse resquício de professor de ensino médio, de esquerda marxista, de ficar demonizando o mercado, como se todos vivêssemos em um mundo onde essa lógica fosse um SEGREDO.

    na verdade, acho que é um pouco pior de dois mundos, pq ainda sinto esse tom conspiracionista de direita tb, de capa de veja. parece que todos estamos em perigo e nossos valores estão sendo corroídos por dentro, à sombra da nossa ignorância.

    não sei se vim superestimando a opinião desse blog, mas vejo o que, de informação, existe nesse post como obviedade revestida numa embalagem “denuncista”. não vi nenhum motivo pra vc se referir ao texto ou ao blog como ” incrível”. acho, sim, bom que existam blogs que se dediquem a pensar mais a moda em vez de só ter aqueles (muito divertidos, diga-se) que se deicam apenas desejar roupas e gostar-ou-não dessa ou daquela coisa.

    desse jeito de manter uma discussão personificando uma indústria: acho triste, simplista, maniqueísta até. uma coisa rasa do tipo ” a glopo manipula o país, os pobres e é uma máquina feita pra emburrecer a população”. não espero que vc,por exemplo, chegue a concordar com isso. porque pra mim é claro que pode haver manipulação da informação e que a tv realmente não oferece formação intelectual a ninguém, mas isso é diferente de acreditar (ou deixar entrever) que ela SERVE a este propósito; quando, na verdade, ela é parte de um conjunto muito complexo do qual (como quase todos somos). ela é tanto vítima quanto algoz dessa lógica capitalista.

    enfim, esse é um problema que não é nem tanto do âmbito da moda. dentro desse tema, especificamente, preferia que esse jogo de tensões fosse visto muito mais como um aspecto que nos obriga a tornar nossas escolhas e posturas mais sgazes e sofisticadas, enriquecendo o fenômeno e aumentando sua abrangência.

    não é que eu esteja defendendo a indústria tb. e nem acho que haja mocinhos. acho só um pouco triste pensar assim pq essa e é uma perspectiva que empobrece um pouco a coisa toda. vejo possibilidades de encarar isso tudo contemplando mais nuances de todo esse sistema que existe para reger nossas escolhas de roupas.

    desculpe o desabafo ( e a falta de revisão) , é só que – como disse – isso me entristece um pouco que as pessoas pensem dessa forma e até admirem quem perpetua esse tipo de pensamento. disse isso aqui pq – diferentemente do resto dos admiradores dessa outra opinião – eu acho que vc pode concordar comigo.

    de qualquer formar, continua interessado na visão da moda e acompanhando o seu blog

    abs

  2. 30 abril, 2010 1:29 am

    não acho que o post entristeça e nem que seja denuncista. assim como tbém não acho o tal de chanel na laje incrivel. é só intencionalmente polêmico.
    acho apenas que tudo é frabricado. do nosso estilo à nossa posição esquerdista marxista.

    agora, deixar de seguir um blog por levantar um questionamento? eita…

  3. 30 abril, 2010 2:36 am

    T-E-N-S-O
    http://www.dramabutton.com
    RÁ!

  4. 30 abril, 2010 1:50 pm

    minhas lindezas,
    em nenhum momento quis parecer denuncista ou chocar. Queria apenas que refletissem comigo. Às vezs é bom refletir moda. Separar comportamento, postura e consumo.
    Publicarei um post resposta antes de pegar a estrada esta noite, ok?!
    bjos

  5. 30 abril, 2010 7:00 pm

    Oi, Mônica. Tudo bom? Em primeiro lugar, queria agradecer o elogio simpático que você fez ao meu blog. 🙂 Achei chato que você tenha recebido esses questionamentos por parte de um leitor seu, porque o fato de você ter publicado um texto com o qual o seu leitor não concorda não altera a sua credibilidade em nada, então, se você me permite, gostaria de esclarecer algumas sobre esse texto. Não tenho a intenção de polemizar, só queria explicar algumas coisas mesmo. 🙂

    Escrevi esse texto porque já não era de ontem que eu vinha observando duas posturas radicais em relação às famosas tendências: 1) demonização total (afinal, os estilistas – por exemplo – criam mas não seguem as tendências, né? Pense em Karl Lagerfeld ou em Marc Jacobs, blábláblá); 2) idolatria cega (pense em blogs de moda, look books ou nos famosos fashion victims, blábláblá). Lógico que eu tenho consciência de quem nem todas as pessoas se encaixam num desses dois perfis (eu mesma não me encaixo em nenhum deles). E opino, particularmente, que se encaixar num desses perfis, sim, é algo relativamente redutor, embora respeite quem se enquadre. O que conta é que essas duas posturas existem, podem questionar e ser questionadas.

    Parênteses: quando escrevi o post, eu tinha acabado de ler um livro do Guillaume Erner (Vítimas da moda: como se cria, por que a seguimos) que fala muito sobre a criação de tendências. O livro é muito interessante, com discussões que eu considero cruciais, enfim. Claro que não estamos falando de um professor do ensino médio e sim de um reconhecido sociólogo do Institut d’Etudes Politiques de Paris. Na minha opinião, a leitura muito vale a pena, mas isso nem vem tanto ao caso.

    Então, baseando-me nessa observação e com a leitura fresquinha na mente (e vários questionamentos, assim como esclarecimentos), a idéia que eu queria passar com o meu texto não foi essa obviedade de que “a indústria da moda realmente lucra com o fato de as pessoas perseguirem as tendências”, inclusive porque eu deixei bem claro no texto que “a indústria da moda é uma indústria como todas as outras”, logo, o seu objetivo é lucrar. Lógico. Personifiquei a indústria? Sim, e não vejo nenhum problema nisso, levando-se em consideração que a indústria é formada por um conjunto de empresas que, por sua vez, são formadas por um “conjunto pessoas que se unem para…” blábláblá (conceito clássico de empresa).

    Ora, todos os entes que fazem parte da indústria da moda querem vender, embora haja quem pense que o objetivo final é ganhar entradinha vip para festa e beber champagne, mas isso a gente ignora. A costureira da Chanel que trabalha duramente para que o vestido dela seja eleito para a coleção quer vender o peixe dela. A redatora da revista tal quer vender. A Diesel, o Karl Lagerfeld e a Stella McCartney querem vender. O fabricante de tecidos quer vender. A Coco Chanel construiu o que construiu para vender. E, sim, o McQueen também queria vender. Longo etc. Tudo isso é muito deduzível e eu não escreveria um post para falar… disso.

    Eu nunca entendi direito essa “glamourização” que existe em torno da moda, porque, repito, a indústria da moda é como qualquer outra indústria. Mais competitiva e sofisticada que muitas outras – e talvez por isso eu a admire tanto. Para mim, a criação de tendências é justamente o que faz a indústria da moda ser tão competitiva (o post falava sobre isso, rá!). Pensemos no mundo tecnológico. Que empresa cria tendência nessa área atualmente? Apple, claro, e…? Pois no mundo da moda todas as casas querem acertar o alvo, ou seja, querem criar tendências. Como as tendências se criam? Hmmm, aí, sim, são outros quinhentos. Há várias teorias. Ninguém dissecou esse segredo guardado cuidadosamente por um monstro provavelmente sem cabeça. Talvez um dia a Veja explique, né? hahaha!

    Conclusão, a idéia que eu quis passar com o meu texto é a de “a moda precisa das tendências e as tendências são uma consequência natural da moda”. Maniqueísta, redutor, clichê? Não vejo onde. Maniqueístas são as duas visões sobre as tendências que circulam por aí, e que eu relatei acima. E eu já falei que não concordo com nenhuma delas, né?

    Exatamente por isso, eu também gostaria que esse “jogo de tensões fosse visto muito mais como um aspecto que nos obriga a tornar nossas escolhas e posturas mais sagazes e sofisticadas, enriquecendo o fenômeno e aumentando sua abrangência” como o Felix falou. Dá para perceber na pergunta que lancei aos leitores: “nesse contexto, no que o lançamento de tendências é algo inevitável, algo que responde às necessidades das marcas E dos próprios consumidores, eu pergunto: o que significa ter um estilo próprio?”. Ou seja, eu queria saber como as pessoas constroem o seu estilo, sabendo que as tendências são inevitáveis. Porque, a partir do momento em que não vivemos na União Soviética usando todo mundo o mesmo uniforme, para o desgosto dos nossos queridos professores de geografia do ensino médio, as tendências simplesmente são… inevitáveis.

    Enfim, eu gostaria de conhecer a – provavelmente rica – opinião do Felix sobre isso (sem ironias; falo isso baseada no comentário dele). Porque sobre o tema em questão eu nem imagino o que ele opina. E eu penso que você, Mônica, o que queria era uma discussão nessa linha, certo? Porque o tema é, sim, muito interessante. Dá pé para muitos debates além das fronteiras e dos porões da rive gauche.

    Espero que eu tenha conseguido explicar a idéia central do meu texto, que eu reconheço, sem o menor pudor, que ficou bem abaixo das minhas expectativas. Escrevi-o praticamente no aeroporto antes de uma viagem e publiquei com pressa. Por isso entendo perfeitamente a dificuldade que há na sua interpretação. Mea culpa, mea maxima culpa. 😉

    Desculpe pelo post, digo, pelo comentário enorme. Beijos e um ótimo final de semana para você e para os seus leitores!

  6. __felix permalink
    30 abril, 2010 10:29 pm

    mallu: eu imaginei que vc estivesse falando do meu post pq o seu veio imediatamente depois dele e só havia esses dois, mas eu escrevi lá que continuaria lendo o blog e não o contrário – como eu imagino que vc tenha presumido. de qualquer forma, eu acho bastantate plausível desistir de ler um blog por ele levantar um questionamento, o que ainda assim não seria o caso, já que a desistência aconteceria pela divergência de opiniões e não pelo questionamento em si. e eu também fico entusiasmado, e de certa forma curioso, a respeito do blog, só que pra mim o fto de ele ser “intencionalmente polêmico” não diminui em nada a necessidade de as questões serem discutidas. acho até o contrário.

    mônica: não achei, nem quis dizer, que a sua postura tenha sido diferente da de sempre – a de manter um blog interessante, que discutisse moda de uma maneira bastante legítima e agradável. se isso aconteceu ou o meu comentário trouxe algum infortúnio pra vc, por favor, me desculpe.

    de chanel na laje: (vou te pedir licença pra comentar e responder as coisas na ordem em que elas apareceram no seu texto, por uma questão de organização)

    – eu concordo com vc quanto ao fato de a credibilidade da mônica não ser abalada em nada pelo comentário. imagino que uma das intenções deste blog (e principalmente deste post) seja suscitar a discussão e foi justamente o que aconteceu – o que, na minha opinião, só provam o valor deste espaço e de sua mantenedora.

    – sendo bem sincero, sequer me lembro de ter ouvido falar de Guillaume Erner. por isso não posso dizer muito bem até que ponto posso concordar ou discordar dele, já que estaria partindo apenas dos ecos que a sua leitura encontra no texto que vc postou. mas o meu ponto é: sendo ele professor primário ou sociólogo francês ( talvez principalmente sociólogo francês rs ) eu me sinto livre pra discordar de uma visão que pretende transformar a lógica capitalista num instrumento de alienação, como se a indústria estivesse “contra” as pessoas de alguma forma. essa perspectiva de conflito (q na minha opinião deriva muito da perspectiva marxista, apesar de eu não entender o assunto tão bem) eu me sinto livre para discordar até do PRÓPRIO marx ( risos). e acho que o encaminhamento que a história deu aos fatos vai estar ao meu lado nesse debate. mas nada disso é tão importante aqui.

    – eu acho que já tinha entendido a sua conclusão e até disse no primeiro comentário que era difícil pra mim discordar dela, pq isso de que “a moda precisa das tendências e as tendências são uma consequência natural da moda” me parece uma hipotése muito plausível, apesar de ainda ser uma hipótese. eu impliquei mais com a forma como vc chegou a esta conclusão do que com ela em si. mas é engraçado como existem muitos caminhos diferentes para se chegar à mesmas opiniões, o que pode até mesmo nos dar a ilusão de haver conformidade entre elas. só pra deixar claro, eu acho que HOJE esse pelo menos, pensar a moda sem considerar as tendêcias é inevitável. historicamente, já não sei. não acho que isso seja na natureza da moda, penso mais como uma condição. mas isso também depende do quão abrangente seja o conceito de tendência que a gente vai usar.

    – eu acho que a glamourização da indústria da moda faz todo sentido e, se do ponto de vista mercadológico ela é uma indústria como todas as outras, em muitos outros âmbitos ela tem um valor cultural, simbólico e ideológico que supera em muito essas outra, porque é através da suas escolhas de moda feitas diariamente que as pessoas representam comportamentos, ideologias e – esse ponto é muito importante para entender o glamour – posição social; entre muitas outras coisas, claro.e entre elas está também esse mercado de tendências que vc citou, no qual eu também acho que ela pode ser comparada a outras indústrias.

    – eu acho que vc conseguiu e consegue explicar muito bem as suas idéias, o que é uma qualidade inquestionável do trabalho que vc mostra lá no seu blog (por mais que eu discorde de muitas delas). o seu mérito de trazer visibilidade para a discussão sobre moda nessa “blogosfera” tão cansada, repetitiva e por vezes burra e sem assunto, tb é inegável. eu achei muito bonita e interessante a sua humildade e tb o seu cuidado em se explicar. muito da graça dos blogs está na liberdade em ser espontâneo mesmo, então isso de ter que ir correr atrás do que agente disse é parte da brincadeira mesmo.

    – eu fico feliz que vc tenha ficado curiosa a respeito da minha opinião, então sinta-se mais que convidada a ler a mim e minha amiga aline lá no http://www.duodeluxo.wordpress.com , a gente gosta muito de discutir moda por lá e praticamente só faz isso.

    preciso aqui me desculpar também por escrever tanto e por, mesmo assim, ter negligenciado um ou outro ponto ainda digno de ser mais discutido. além de me desculpar mais uma vez com a mônica, caso ela tenha se importado com essa pequena agitação que acabei causando, ou ela tenha entendido qualquer coisa que disse como depreciativa de quem quer que seja (nunca tive essa intenção e espero ter tido cuidado suficiente para não parecer rude com ninguém).

    até e abraço

  7. 1 maio, 2010 11:13 pm

    Li tudo ,Mônica,desde o post,claaro,até os comentários.O que vale mesmo é a discussão em si,e não uma conclusão ,penso eu…O mundo é um vendedor de ilusões…vender, esse é ofício primordial do ser humano… o dom de iludir.Saber vender poucos sabem,saber comprar ,também!

    Mônica,fiquei afastado do seu blog por que sumiram todos os blogs da minha lista ,tive que refazê-la ,mas surgiu um probleminha:não conseguia mais colocar blogs do wordpress,não aceitava,não acompanhava mais suas atualizações e nessa vida corrida,sabe,né? …Mas agora estou conseguindo!

    BJs!

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